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Santa Clara do Sul reforça alerta para proliferação do mosquito da dengue e pede colaboração da comunidade

A Secretaria Municipal de Saúde de Santa Clara do Sul alerta a população para o aumento significativo da infestação do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya. Das 61 armadilhas instaladas no perímetro urbano, 32 apresentaram resultado positivo para ovos do mosquito, somando 1.360 unidades encontradas. Os bairros Centro, Alto da Colina e São Pedro são, neste momento, os mais afetados.


O cenário preocupa as autoridades de saúde e exige atenção redobrada de todos os moradores. O mosquito se reproduz, principalmente, em recipientes com água parada. Por isso, pequenas atitudes fazem grande diferença para evitar novos focos, como:


• Manter caixas d’água, tonéis e reservatórios sempre bem fechados;

• Não deixar água parada em vasos, pneus, tambores, garrafas e outros recipientes;

• Limpar calhas e ralos regularmente;

• Descartar corretamente materiais que possam acumular água;

• Verificar pátios, terrenos e construções.


Além disso, um importante alerta é direcionado aos responsáveis por obras particulares: é essencial não deixar água acumulada em tonéis e materiais durante o recesso de fim de ano, pois esse ambiente se torna um forte criadouro do mosquito.


O Aedes aegypti possui características físicas específicas: é preto com listras brancas pelo corpo e atua principalmente durante o dia. Diferente dos mosquitos comuns, ele não faz barulho ao voar dentro de casa.

A Prefeitura Municipal reforça que o combate ao mosquito é responsabilidade de todos. A participação da comunidade é fundamental para proteger a saúde das famílias e evitar o avanço das doenças.


“Vamos trabalhar juntos pelo cuidado com nossa cidade e pela proteção da nossa população. Cada morador pode fazer a diferença”, destaca a secretária de Saúde, Ana Paula Bald.


Em caso de suspeita de sintomas como febre alta, dores no corpo, manchas na pele, dor atrás dos olhos e mal-estar, procure imediatamente atendimento médico e evite automedicação.


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 Canteiros de obras precisam redobrar cuidados para evitar proliferação

 
 
 

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