Ação coletiva dos grupos do CRAS culmina numa colcha de sentimentos

A união de sentimentos foi o alicerce do projeto especial de fortalecimento de vínculo e convivência familiar realizado ao longo do ano pelo Centro de Referência da Assistência (CRAS), através de visitas domiciliares e prática de atividades com integrantes dos 10 grupos do Programa de Atenção Integral à Família e do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos.

O projeto culminou com a construção coletiva de uma colcha de retalhos, composta pelos trabalhos realizados de forma individual pelas famílias, em período de pandemia e isolamento social. A ação iniciou este ano, dando continuidade às atividades ofertadas de forma presencial antes da pandemia, envolvendo cerca de 180 famílias.


De acordo com a Coordenadora do CRAS, Analize Ferla, a colcha é fruto da dinâmica aplicada durante as visitas, de cunho socioeducativo e reflexivo, incentivando as famílias a permanecerem unidas e em movimento, através da arte expressa nos retalhos de tecido ofertados pelo CRAS, estimulando a manifestação dos sentimentos, emoções, experiências, vínculos e criatividade dos participantes. “O resultado final representa a ideologia de unir os sentimentos das famílias ao longo do período de isolamento social, através da manifestação por meio da arte, possibilitando um olhar para o próximo e a reflexão do quanto a pandemia impactou nas relações familiares e comunitárias”, reflete a coordenadora.

Participantes há cerca de 20 anos do grupo de PCDs, Sandra Ely e a filha Daiane estão entre as primeiras integrantes, desde a infância da jovem. A mãe Sandra ressalta a importância do grupo nas diversas fases da vida com a filha e relata que a atividade da colcha foi muito oportuna para o momento que a sociedade vive. “Mesmo separados, cada um deixou um pouquinho de si e transformou-se nesse lindo trabalho, onde nos sentimos unidos, apesar do momento”, salienta. A colcha está exposta na sede do CRAS para apreciação do trabalho coletivo.

Saiba mais: Cerca de 180 famílias divididas em 10 grupos de convivência – crianças, adolescentes e jovens, PCDs, idosos e demais pessoas em situações de vulnerabilidade social - participaram das atividades realizadas de forma individual e domiciliar ao longo do ano, que culminou numa colcha coletiva de retalhos e sentimentos.






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